sexta-feira, 30 de setembro de 2005

Nova fase.


Well, já que não consigo pensar em nada melhor pra postar aqui, só me resta comentar minhas novas intenções profissionais: abatjoures reciclados.
Eu realmente não sei se devia ter escrito 'abatjoures'. 'Abajures' me parece bem mais apropriado, mas como eu continuo sem ter algo melhor pra fazer, não custa nada encher lingüiça (com trema, é óbvio...) com termos idiotas e francofonia dilacerante.
Eu já quis falar francês. Hoje estou curado. Abra você também o coração pra Jesus. Mas não se esqueça de freqüentar a igreja evangélica mais radical que puder encontrar. Aproveite e mergulhe de cabeça, doando todos os seus bens que não se adequarem à sua nova vida pra mim. E se encontrar esse tal de Jesus, faça-me um grande favor: diga-lhe que não perdoei a dívida. Quero minha vodka de volta. Cheia. Obrigado.
Tchau.

p.s.: a foto não tem absolutamente nada a ver com o texto, mas eu sempre imagino a sensação de liberdade ao detonar uma fachada de vidro com uma bola de golfe. Supimpa!

terça-feira, 27 de setembro de 2005

Meu bairro em São Paulo!!!


Senhoras e senhores, Aclimação na jogada...
Se eu já não fosse de lá, certamente me mudaria pra lá!

Putz...

Se eu já tivesse um blog, não teria perdido trinta preciosos minutos de meu escasso tempo aprendendo a mexer nessa melda...
Por que, afinal, a gente se deixa seduzir por essas porcarias?
Vai saber...
Bem, já que eu já tô aqui mesmo, lá vai: são 2:05h, eu ainda não terminei uns desenhos que têm de estar prontos amanhã e o sono tá batendo.
Tofú ou não tofú? Eis a caca da questão.
O mau-humor passa assim que eu dominar o edit desse troço.
Boa noite.

segunda-feira, 26 de setembro de 2005

Gênesis...


Tá.
Vamulá... Eu consigo...
Afinal, toooodo mundo tem um blog... Por que eu não conseguiria?
Porque eu sou eu? Hmmm... Tá, bom argumento.
Bem, pra começar, vamos deixar algo bem claro: eu definitivamente NUNCA quis ter um blog. Só criei este aqui por conveniência (eu tinha de ter um senha pra deixar um comentário no blog de uma amiga que pensei que nunca mais veria, daí...).
Nada de crises existenciais ou necessidades de expor publicamente sentimentos reprimidos, nem um ego demasiado enorme pra restringir-se às limitadas paragens do mundinho off-line.
Só falta do que fazer, mesmo.
E como nisso eu sou muito bom... Why noti um brogui?
Então tá. Te vejo (porque seria muita pretensão de minha parte escrever "vejo VOCÊS"...) no próximo post. Até.